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SIM NÃO

XINGU BLACK

A Xingu Black é uma cerveja equilibrada, com aromas sutis e personalidade, marcante e refrescante.

Inspirada em antigas receitas de bebidas fermentadas dos índios do Amazonas, a Xingu Black ganhou duas vezes a medalha de ouro do Beverage Testing Institute como a melhor dark lager do mundo.

Cerveja de grande sucesso em todo o mundo, a Xingu Black conta com fãs que vão de críticos de cerveja a consumidores de todas as idades. 

Premiada internacionalmente desde 1988, foi Medalha de Ouro no Los Angeles International Beer Competition de 2017 na categoria Dark Lager.

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XINGU BLACK

A Xingu Black é uma cerveja equilibrada, com aromas sutis e personalidade, marcante e refrescante.

Inspirada em antigas receitas de bebidas fermentadas dos índios do Amazonas, a Xingu Black ganhou duas vezes a medalha de ouro do Beverage Testing Institute como a melhor dark lager do mundo.

Cerveja de grande sucesso em todo o mundo, a Xingu Black conta com fãs que vão de críticos de cerveja a consumidores de todas as idades. 

Premiada internacionalmente desde 1988, foi Medalha de Ouro no Los Angeles International Beer Competition de 2017 na categoria Dark Lager.

XINGU BLACK

A Xingu Black é uma cerveja equilibrada, com aromas sutis e personalidade, marcante e refrescante.

Inspirada em antigas receitas de bebidas fermentadas dos índios do Amazonas, a Xingu Black ganhou duas vezes a medalha de ouro do Beverage Testing Institute como a melhor dark lager do mundo.

Cerveja de grande sucesso em todo o mundo, a Xingu Black conta com fãs que vão de críticos de cerveja a consumidores de todas as idades. 

Premiada internacionalmente desde 1988, foi Medalha de Ouro no Los Angeles International Beer Competition de 2017 na categoria Dark Lager.

HISTÓRIA

Xingu – O Nascimento de uma Cerveja

Em sua pesquisa, Alan encontrou registros de 1557 sobre uma cerveja preta produzida na floresta amazônica, feita à base de milho e mandioca e fermentada com micro-organismos da floresta.

Lá atrás, num dia quente de verão em 1987, um homem loiro e ligeiramente calvo e olhos azuis penetrantes me visitou no escritório no centro do Rio de Janeiro, acompanhado por sua jovem esposa, uma mulher de cabelos escuros e sorriso largo e franco.

Eram Alan Eames, escritor, especializado em antropologia e história da cerveja, e sua esposa Anne Latchis, de ascendência grega, dona de um hotel tradicional nas montanhas de Vermont, nos Estados Unidos.

Eles vinham ao Brasil numa viagem aventureira em busca de uma cerveja perdida, e chegavam ao Rio depois de uma expedição à floresta amazônica. A viagem foi motivada por um artigo que Alan havia escrito sobre a origem das cervejas no mundo. Em sua pesquisa, Alan encontrou registros de 1557 sobre uma cerveja preta produzida na floresta amazônica, feita à base de milho e mandioca e fermentada com micro-organismos da floresta. Alan queria criar uma cerveja que honrasse e preservasse essa antiga bebida fermentada, e desse desejo nasceu o projeto da Xingu.

Alan e Anne precisavam de ajuda: Mesmo com todo o prestígio que tinha, Alan não conseguiu nada com as grandes cervejarias brasileiras, que devem ter achado tudo aquilo uma maluquice. Ouvindo tudo diante deles, não pensei duas vezes e ofereci minha ajuda e participação. Antes do casal voltar para os Estados Unidos, combinamos que eu buscaria uma cervejaria que se interessasse pelo projeto e administraria a produção no Brasil. Eles dois tratariam da divulgação e das importações para os Estados Unidos.

Comprei um anuário da indústria de bebidas que cobria todo o Brasil, e fiquei 6 meses pendurado numa linha telefônica levando Não, Não e Não, até que um belo dia finalmente consegui um Sim, vindo da pequena Cervejaria Caçadorense, a mais de mil quilômetros do Rio de Janeiro. Era uma empresa praticamente falida, afundada em dívidas, que em seus dias mais felizes já havia sido engarrafadora e distribuidora da Coca-Cola e, produzira uma linha de cervejas excepcionais, todas infelizmente abandonadas ao longo das dificuldades financeiras da empresa.

Com o objetivo de reavivar o negócio, Ivo Pressanto, de ascendência italiana, passava por um processo de associação a um grupo de empresários de Santa Catarina e Paraná.

Mas tudo era muito complicado, e fui ficando preocupado: eu não tinha dinheiro, odiava andar de avião e não entendia nada de cervejas ou de qualquer outra coisa, exceto a prática da advocacia, uma carreira que havia abandonado recentemente num momento de sucesso e imensa frustração íntima. Mas, mesmo tendo estas dificuldades à minha frente, o projeto Xingu era muito especial pra quem estava entediado na leitura de livros de Direito: dois personagens atraentes, a busca por um estilo de cerveja perdido e uma ideia inovadora, cheia de desafios e charme. Pensei bem e decidi seguir em frente.

Depois de rodar mais de mil tensos quilômetros pela rodovia BR 116, também conhecida como Rodovia da Morte, cheguei à pequena cidade serrana de Caçador, em Santa Catarina, onde o simpático Sr. Pressanto me recebeu com grande hospitalidade.

Depois de rodar mais de mil tensos quilômetros pela rodovia BR 116, também conhecida como Rodovia da Morte, cheguei à pequena cidade serrana de Caçador, em Santa Catarina, onde o simpático Sr. Pressanto me recebeu com grande hospitalidade. Sua cervejaria, já meio surrada, era também convidativa e cativante, como um pequeno e maravilhoso museu: Erguida nas colinas da pequena cidade interiorana de Caçador, tinha como coração pulsante uma velha caldeira de navio em aço fundido com belos detalhes trabalhados na fachada; a torrefação do malte se dava num tambor de aço que girava lentamente sobre troncos em chamas numa fogueira improvisada sob as árvores do terreno; e a cerveja descansava exposta ao ar em grandes e tradicionais tanques tchecos cobertos em esmalte branco.

O mestre cervejeiro de Caçador analisou a pesquisa de Alan sobre as cervejas indígenas da Amazônia e, depois de alguma experimentação, finalmente desenvolveu uma bebida deliciosa e muito original baseada na fusão de culturas nativas brasileiras e europeias, que imediatamente enviei para Alan.

Alan tinha agendado uma reunião no prestigioso American Culinary Institute de Nova York para uma apresentação formal da cerveja, que seria seguida por uma degustação formal e avaliação.

Depois de tanta pesquisa e trabalho duro, eu e ele entramos em pânico: uma avaliação negativa poderia aniquilar meses de trabalho árduo. Se gostassem, ao contrário, poderíamos finalmente dar partida a um empreendimento no qual eu nunca teria entrado se conhecesse as dificuldades que enfrentaria.

Os membros do Instituto apaixonaram-se pelo nosso protótipo da Xingu e, graças a este aval e à originalidade de todo o projeto, as portas da imprensa e das lojas e restaurantes começaram a abrir magicamente.

A Xingu foi se tornando conhecida como uma das melhores cervejas do mundo e aos poucos fomos aumentando sua linha com a introdução de novos estilos.

A Xingu Black não é apenas uma cerveja pioneira, mas também muito premiada. Por 2 anos seguidos foi premiado com medalhas de ouro pelo Beverage Testing Institute of Chicago, e tem sido candidata de sucesso em várias competições internacionais ao longo dos anos.

Estamos relançando a Xingu no Brasil, tal como é produzida no exterior. Esperamos que gostem!

TIME XINGU

CESARIO MELLO FRANCO

Cesario foi um dos pioneiros da cerveja artesanal no Brasil, tendo iniciado o bem-sucedido projeto Xingu Black Beer em 1987. Cesário é também escritor de romances, artigos e roteiros, e já produziu e dirigiu filmes.

LUISE WISCHERMANN MELLO FRANCO

Luise foi responsável por criar um grande mercado no Canadá para as sandálias Havaianas do Brasil. Havaianas virou sandália da moda graças ao seu trabalho de posicionamento e divulgação. Anteriormente Luise trabalhou como atriz no Brasil, Alemanha, Espanha e Canadá.

GUILLERMO MARRERO RIVERA
E DAVID KANTOR

David e Guillermo, empresários experientes e bem-sucedidos, são investidores da Cervejas Premium do Brasil, bem como apoiadores e conselheiros.

ONDE ACHAR?

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